sábado, 27 de maio de 2017

MAIO - 29º ANIVERSÁRIO DO CEMIL


O CEMIL – Centro Espírita Missionários da Luz foi fundado em 22 de maio de 1988 por Felicidade Trajano Branquinho, Arleide Maria de Souza, José Anchieta de Araújo e Olindina Luciano. O grupo teve início a partir de reuniões semanais de estudos do ‘Evangelho no Lar’ na residência de Felicidade Trajano Branquinho, que por sua vez tivera contato com a doutrina através das casas espíritas ‘Eurípedes Barsanulfo’ e ‘NEASA- Núcleo Espírita Assistencial  de Arcoverde’  em 1983. 
Com o crescimento do grupo de estudo na residência de Felicidade, esta construiu com ajuda de amigos um pequeno salão nos fundos de sua casa e em 22 de maio fundaram a SEMIL, com “S” pois na época foi registrado como SOCIEDADE ESPÍRITA. Posteriormente com a mudança no Código Civil a denominação passou a ser ASSOCIAÇÂO ESPÍRITA com a sigla ASSEMIL.  Na atualidade a denominação definitiva é CEMIL- Centro Espírita Missionários da Luz.

 As reuniões públicas do CEMIL acontecem aos domingos, às 19:00h.  
O Cemil teve seus estatutos publicados pelo Diário Oficial em 29/12/90 (edição 24, pag.23) e no mesmo ano tornou-se adesa da FEDERAÇÃO ESPÍRITA PERNAMBUCANA; seu registro em cartório data de 16/01/91.  O Cemil é reconhecido, pelos seus serviços prestados, como Entidade de Utilidade Pública pela Lei Municipal nº 158/97  de 25 de junho de 1997.   

terça-feira, 18 de abril de 2017

18 de abril - 160 ANOS DO LIVRO DOS ESPÍRITOS

160 ANOS DE O LIVRO DOS ESPÍRITOS (1857 - 2017)


O ensino contido em “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” resume toda a Doutrina Espírita e projeta uma nova concepção do homem, uma nova concepção do universo e a sintonia de ambos com Deus. 

A sua estrutura didática apresenta-nos: ​ 
  • a existência de Deus, a criação divina e o homem no contexto universal; 
  • a natureza espiritual do homem e sua relação com os Espíritos, a investigação do mundo de após a morte, bem a revelação da lei da reencarnação; 
  • o descortinar das leis divinas ou naturais; as penas e recompensas futuras; 
  • e Jesus como modelo de perfeição humana. 

Como nos lembra Herculano Pires, na obra Pedagogia Espírita, “O Livro dos Espíritos não é apenas um repositório de informações a serviço da Didática Espírita, é também um manual de aperfeiçoamento humano”, favorecendo ao homem o verdadeiro e profundo entendimento sobre a educação moral e sobre a arte da formação do caráter, que irá renovar os indivíduos e a sociedade. 

Neste momento em que celebramos os 160 Anos de “O Livro dos Espíritos” devemos estar atentos à grande oportunidade de divulgação do Espiritismo, tanto pela importância da obra, bem como pelo seu conteúdo didático. Essa obra é o alicerce da Doutrina, escrita por Espíritos Superiores, sendo analisada, comentada e organizada por um educador: Allan Kardec. 

Atendamos ao chamado do Cristo: “Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo.” (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. VI, item 5.). E, ainda, pratiquemos o que nos ensina Emmanuel, no livro Estude e Viva, cap. 40, FEB – “O Espiritismo nos solicita uma espécie de caridade – a caridade de sua própria divulgação.” 


quinta-feira, 13 de abril de 2017

A PÁSCOA NA VISÃO ESPÍRITA

O ESPÍRITO



O conceito de espírito é fundamental ao Espiritismo e à sua adequada compreensão e utilização como ferramenta para o crescimento pessoal e social. Não há, portanto, condições de se utilizar idéias a respeito do espírito que, apesar de serem parte do senso comum, estão distantes da realidade. O objetivo é promover uma interpretação que liberte. Com freqüência, as pessoas relacionam a idéia de espírito à morte, mas, para a Doutrina Espírita, o espírito não está associado à dor, à tristeza ou às lágrimas. 

Na realidade, com o entendimento do que é espírito, a morte deixa de significar a extinção do ser, a barreira intransponível, desaparecendo na afirmação da unidade entre o material e o espiritual. Para o Espiritismo, o espírito não é o fantasma ou a assombração. O espírito não arrasta correntes, não agita cortinas, não bate portas, não veste lençóis. Não geme ou grita no meio da noite. Ele não é etéreo, vaporoso ou indefinido. Não é um anjo no céu. Não se encontra no além, na penumbra, no vazio, no escuro, na noite ou no frio. 

O espírito não se faz sentir através de um calafrio, arrepio, calor ou formigamento. Ele não puxa, nem repuxa ou entorta. Não está em cima, nem está atrás ou sobre os ombros. Não encosta, nem incorpora. Não cochicha e não sussurra no ouvido. Para a Doutrina, o espírito não obsedia ninguém, não volta para se vingar, não atormenta, não faz com que as coisas dêem errado. Não aceita "trabalhos" ou "despachos", não aceita oferendas, subornos, chantagens ou sacrifícios. Não é comandado por rituais. 

O espírito não resolve os problemas dos outros e não determina o que as pessoas devem fazer. O espírito desencarnado não é poderoso. Não se preocupa em proteger alguém em especial. Não comanda forças sobrenaturais. Não dispõe de recursos mágicos. Não adivinha o futuro. O espírito conhece apenas na medida de suas experiências, vivências, convivências. Seus erros e acertos, o resultado de suas ações, são decorrentes de seus conhecimentos. 

O imaginário das pessoas confere aos espíritos desencarnados uma série de características que não são deles, mas da fantasia da cultura material. Refletem os mitos, os medos, as angústias, as expectativas, as dificuldades com a morte física e com o significado da vida. Na visão centrada em si mesmo, o polissistema material cria a ilusão de que os espíritos desencarnados estão à sua volta, girando em torno de seus interesses, problemas, angústias e dificuldades. 

Para o Espiritismo, os espíritos desencarnados não estão à disposição das pessoas e suas atividades não se desenvolvem particularmente em torno do polissistema material. A atuação dos espíritos desencarnados junto ao polissistema material, quando ocorre, se faz com um significado, um objetivo, dentro de uma ética, que orientam a interação entre o polissistema material e o polissistema espiritual. Essa interação promove aprendizagem e crescimento mútuos. 

Para a Doutrina, o espírito, encarnado ou desencarnado, tem como objetivo ampliar a sua consciência, evoluir. Ao reencarnar, o espírito insere-se no polissistema material, assumindo perspectivas e referenciais da cultura material. O desencarne é apenas uma mudança de fase, uma alteração de freqüência, uma substituição de referencial. Ao trocar o referencial da cultura material pelo referencial da cultura espiritual, mais amplo, o espírito tem condições de acessar e operar, com maior facilidade, o conjunto de conhecimentos que domina. 

O espírito encarnado e o desencarnado, portanto, se diferenciam na mentalidade, na massa crítica, na operação dos sistemas culturais, nos referenciais utilizados, mas não em seus objetivos. O espírito se caracteriza pela soma das experiências, dos conhecimentos em sentido amplo, acumulados ao longo das suas existências: os conceitos, as idéias, os sentimentos, as emoções, os sonhos, os amores, os ideais, as construções, as avaliações, as escolhas e decisões, os erros e os enganos, as realizações, os relacionamentos, as convivências, os encontros. 

O espírito é a inteligência, a afetividade, os valores, a vontade, a ação e a construção, a individualidade, a consciência, a singularidade. É o ator e o portador da cultura (A. Grimm). O espírito assume funções, desempenha papéis, ocupa espaços de sentido, sustenta compromissos, norteia-se por objetivos. Determina uma trajetória no exercício de seu livre-arbítrio que lhe permite romper suas limitações e aplicar, disponibilizar, suas habilidades e capacidades. 


Para a Doutrina, o espírito é o ser inteligente do Universo, que, pelo exercício de sua inteligência (inovação, descoberta, invenção e criação), constrói a consciência de sua individualidade, a consciência em relação a outros espíritos e a consciência de seu papel na estruturação inteligente do Universo. 

sábado, 8 de abril de 2017

PALESTRA ESPÍRITA - Dr. Décio Landoli: SER ESPÍRITA PARA QUE?

TRAÇOS DO CARÁTER ESPÍRITA


Humildade sem subserviência. 
Dignidade sem orgulho
Devotamento sem apego
Alegria sem excesso
Liberdade sem licença. 
Firmeza sem petulância. 
sem exclusivismo. 
Raciocínio sem aspereza. 
Sentimento sem pieguice. 
Caridade sem presunção
Generosidade sem desperdício. 
Conhecimento sem vaidade. 
Cooperação sem exigência. 
Respeito sem bajulice. 
Valor sem ostentação. 
Coragem sem temeridade. 
Justiça sem intransigência. 
Admiração sem inveja. 
Otimismo sem ilusão. 
Paz sem preguiça.

André Luiz
Psicografia de Chico Xavier

sábado, 4 de março de 2017

AGENDA DE MARÇO - REUNIÕES PÚBLICAS


Programação de Reuniões Públicas do Cemil no mês de março.  DOMINGOS, às 19:00h
-
05/03
Evangelho: Josivan
Palestra: Tárcio José
-
12/03
Evangelho: Julia Mendes
Palestra: Aldinete Lima
-
19/03
Evangelho: Cláudio Agra
Palestra: Helena Souto
-
26/03
Evangelho: Helena Souto
Palestra: Felipe Pedro

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

MENSAGEM DO DIA - EXAMINEMOS A NÓS MESMOS


O dever do espírita cristão é tornar-se progressivamente melhor. Útil, assim, verificar, de quando em quando, com rigoroso exame pessoal, a nossa verdadeira situação íntima. Espírita Cristão que não progride durante três anos sucessivos permanece estacionário. 

Testa a paciência própria: - Estás mais calmo, afável e compreensivo? 
Inquire as tuas relações na experiência doméstica: - Conquistaste mais alto clima de paz dentro de casa? 
Investiga as atividades que te competem no templo doutrinário: - Colaboras com mais euforia na seara do Senhor? 
Observa-te nas manifestações perante os amigos: - Trazes o Evangelho mais vivo nas atitudes? 
Reflete em tua capacidade de sacrifício: - Notas em ti mesmo mais ampla disposição de servir voluntariamente? 
Pesquisa o próprio desapego: - Andas um pouco mais livre do anseio de influência e de posses terrestres? 
Usas mais intensamente os pronomes "nós", "nosso" e "nossa" e menos os determinativos "eu", "meu" e "minha"? 

Teus instantes de tristeza ou de cólera surda, às vezes tão conhecidos somente por ti, estão presentemente mais raros? 
Diminuíram-te os pequenos remorsos ocultos no recesso da alma? 
Dissipaste antigos desafetos e aversões? 
Superaste os lapsos crônicos de desatenção e negligência? 
Estudas mais profundamente a Doutrina que professas? 
Entendes melhor a função da dor? 
Ainda cultivas alguma discreta desavença? 
Auxilias aos necessitados com mais abnegação? 
Tens orado realmente? 
Teus ideais evoluíram? 
Tua fé raciocinada consolidou-se com mais segurança? 
Tens o verbo mais indulgente, os braços mais ativos e as mãos mais abençoadoras? 

Evangelho é alegria no coração: - Estás, de fato, mais alegre e feliz intimamente, nestes três últimos anos? 

Tudo caminha! Tudo evolui! 
Confiramos o nosso rendimento individual com o Cristo! 

Sopesa a existência hoje, espontaneamente, em regime de paz, para que te não vejas na obrigação de sopesá-la amanhã sob o impacto da dor. Não te iludas! Um dia que se foi é mais uma cota de responsabilidade, mais um passo rumo à Vida Espiritual, mais uma oportunidade valorizada ou perdida. 

Interroga a consciência quanto à utilidade que vens dando ao tempo, à saúde e aos ensejos de fazer o bem que desfrutas na vida diária. Faze isso agora, enquanto te vales do corpo humano, com a possibilidade de reconsiderar diretrizes e desfazer enganos facilmente, pois, quando passares para o lado de cá, muita vez, já será mais difícil... 


Do livro Opinião Espírita 
Emmanuel e André Luiz
Psicografia de Chico Xavier

domingo, 19 de fevereiro de 2017

POR QUE RECLAMAR? ESTAMOS APRENDENDO E EVOLUINDO!



Somos trazidos à escola espírita, a fim de auxiliarmos e sermos auxiliados, 
na permuta de experiências e na aquisição de conhecimento."
Estude e viva. Emmanuel/André Luiz/F. C. Xavier


Estamos em constante processo de aprendizado. 
Este é um dos extraordinários aspectos de nossa condição evolutiva: aprendemos sem cessar! 

A cada hora vivida nesta encarnação, sob quaisquer circunstâncias em que nos encontramos, se estamos alegres ou tristes, 
doentes ou sãos, 
miseráveis ou abastados, 
famintos ou saciados, 
sozinhos ou em grupo, 
amados ou desolados... 
absolutamente em todas as situações nos colocamos ou somos colocados em oportunidade de aprendizado. 

Embora em diversas ocasiões não nos demos conta, mesmo assim nosso espírito está aprendendo e consequentemente evoluindo. 

Aprender torna explícita a impossibilidade de regredir, de repetir o erro, de recair na falha, naquela imperfeição que nossa ignorância anterior permitia e que agora o aprendizado repara.   

Esta é portanto a melhor indicação de um aprendizado, quando não "conseguimos" reincidir no erro, quando ele torna-se uma etapa superada, um comportamento sem sentido e desnecessário. Como aquele adulto que percebe as atitudes do seu tempo de adolescente, por exemplo.  

É aprendizado quando ilumina. Quando passa a integrar nossa inteligência, ordenar nosso sentimento, lustrar nossa personalidade. 

É assim que cada lição bem compreendida constitui mais um passo  em direção à perfeição para a qual fomos criados. Graças a Deus, graças ao seu amor infinito.

TJOS
Da equipe de estudo e divulgação doutrinária 
do CEMIL-Tuparetama-PE


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